Produtos para bebês e crianças inéditos para mim até pouco tempo

Adicionei novos produtos para bebês e crianças que até pouco tempo eu não sabia que existiam à minha lista original. Todas as novidades foram escolhidas e testadas de maneira independente, sem fins comerciais.

Brinquedo que faz o bebê parar de chorar

O Tomy Baby Sshh realmente faz o bebê parar de chorar. Quando eu li sobre ele na internet não levei muita fé e mesmo assim resolvi dar uma chance. Ele toca dois tipos de melodias com ritmos variados que fazem o bebê se distrair. Tem toda uma ciência por trás disso.

Pode ser que o bebê volte a chorar depois que a música acaba, é claro, mas funcionou bem com a Sofia e com as filhas de duas amigas pra quem nós demos o bonequinho. Que fique claro: eu acho importante que os bebês chorem, é uma maneira que eles têm de se comunicar, mas achei útil ter um brinquedo que ajudasse a fazer a Sofia se acalmar rapidamente em algumas ocasiões.

Saquinho de dormir

O saquinho de dormir substitui o cobertor e garante que a criança passe a noite quentinha, mesmo que se mexa bastante. Geralmente fecha com zíper lateral e botões nos ombros, como o da foto. A Sofia já teve de vários tamanhos e espessuras e até hoje usa quando faz frio.

Cadeirinha Bumbo

A cadeirinha Bumbo pode ser usada a partir dos quatro meses de idade. Ela oferece suporte para que o bebê consiga ficar sentado sozinho.

Cadeirinha pula-pula para bebê

O pula-pula é ótimo para poupar os braços dos pais quando o bebê tá na fissura de pular. Dá para fixá-lo em qualquer porta e ele não ocupa muito espaço quando guardado.

Porta-brinquedos

Encontrei vários móveis e acessórios para armazenar brinquedos que até então eu não conhecia, mas este da Ikea é meu preferido. Ocupa pouco espaço, é barato e comporta bastante coisas. Se for colocar brinquedos pesados, certifique-se de que esteja bem preso ao teto.

Protetor para colchão à prova d’água

O protetor à prova d’água é fininho, vai debaixo do lençol, e mantém o colchão, seja do berço ou da caminha, sequinho.

Cadeirinha de banho para bebê

Eu já tinha ouvido falar das redinhas, mas nunca tinha visto as cadeirinhas para banho. Usamos bastante quando a Sofia era bebê. Achei o produto prático e higiênico. Os contornos da cadeirinha, que vai dentro da banheira, dão suporte ao bebê e permitem que o adulto fique com uma das mãos livres.

Veja aqui uma lista de novidades pra mim na área da alimentação, desde comidas até babadores

Leia também: Brinquedos: O que vale a pena comprar?

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Produtos para bebês e crianças inéditos para mim até pouco tempo – parte 1

Eu brinquei muito de bonecas quando era pequena, mas na vida adulta tive pouco contato com bebês e crianças. Quando engravidei da Sofia, descobri que o mercado infantil é bem maior do que eu imaginava.

Reuni aqui alguns dos produtos que até pouco tempo eu não sabia que existiam. Todos os eles foram escolhidos e testados de maneira independente, sem fins comerciais.

Brinquedo que faz o bebê parar de chorar

O Tomy Baby Sshh realmente faz o bebê parar de chorar. Quando eu li sobre ele na internet não levei muita fé e mesmo assim resolvi dar uma chance. Ele toca dois tipos de melodias com ritmos variados que fazem o bebê se distrair. Tem toda uma ciência por trás disso.

Pode ser que o bebê volte a chorar depois que a música acaba, é claro, mas funcionou bem com a Sofia e com as filhas de duas amigas pra quem nós demos o bonequinho. Que fique claro: eu acho importante que os bebês chorem, é uma maneira que eles têm de se comunicar, mas achei útil ter um brinquedo que ajudasse a fazer a Sofia se acalmar rapidamente em algumas ocasiões.

Saquinho de dormir

O saquinho de dormir substitui o cobertor e garante que a criança passe a noite quentinha, mesmo que se mexa bastante. Geralmente fecha com zíper lateral e botões nos ombros, como o da foto. A Sofia já teve de vários tamanhos e espessuras e até hoje usa quando faz frio.

Cadeirinha Bumbo

A cadeirinha Bumbo pode ser usada a partir dos quatro meses de idade. Ela oferece suporte para que o bebê consiga ficar sentado sozinho.

Cadeirinha pula-pula para bebê

O pula-pula é ótimo para poupar os braços dos pais quando o bebê tá na fissura de pular. Dá para fixá-lo em qualquer porta e ele não ocupa muito espaço quando guardado.

Porta-brinquedos

Encontrei vários móveis e acessórios para armazenar brinquedos que até então eu não conhecia, mas este da Ikea é meu preferido. Ocupa pouco espaço, é barato e comporta bastante coisas. Se for colocar brinquedos pesados, certifique-se de que esteja bem preso ao teto.

Veja aqui uma lista de novidades pra mim na área da alimentação, desde comidas até babadores.

As condições de trabalho na Inglaterra

Tentando conciliar maternidade e carreira

Recebi um comentário pelo Twitter sobre meu post de ontem que me fez pensar. Dizia: “já me cobrei muito pelo fato de trabalhar o dia todo. Procuro compensar sendo uma mãe presente e participativa.”

Simples, né? Confesso que continuo achando um pouco desafiador encontrar um equilíbrio perfeito entre a maternidade e a vida profissional, mas acredito que seja possível chegar lá e sem culpa.

Acho que apoio familiar, econômico e governamental influenciam essa questão, então hoje vou contar um pouco sobre como são as condições de trabalho na Inglaterra.

Aqui as mulheres podem tirar licença-maternidade de até um ano. As condições variam de acordo com o empregador e com o tempo de trabalho.

Por lei, se a mulher tiver começado na empresa antes de ter engravidado, ela recebe 90% do salário integral nas primeiras seis semanas de licença e uma ajuda do governo de £128,73 por semana nas próximas 33. O resto do período é sem remuneração. Muitas empresas, inclusive onde eu trabalho, concedem mais benefícios do que aqueles garantidos por lei. Eu fiquei um ano em licença.

Os pais e mães com filhos de até 17 anos têm direito a trabalhar em horários flexíveis. Embora o governo promova isso, não é compulsório. Se o empregador decidir que há motivo para que o funcionário não possa trabalhar menos horas ou então em horários alternativos, não rola.

Assim como no Brasil, não há grande oferta de empregos de meio período. E trabalhar em casa é uma conquista que poucos conseguem. Mesmo com pesquisas demonstrando que se rende mais sem as interrupções do escritório, muitas empresas ainda consideram matação.

Por causa desses dilemas e pelos altos preços das creches, muitas mulheres na Inglaterra decidem ficar em casa e receber auxílio do governo. Tem vários tipos de benefício, alguns são concedidos independentemente de renda, outros apenas para quem ganha pouco. Eles podem variar de acordo com a situação da família e do número de filhos.

Na minha opinião, pouco se fala sobre como as mulheres que se dedicam à maternidade em tempo integral retornam ao mercado de trabalho. Consegui achar uma matéria que li um tempo atrás que conta o caso de uma mulher de 50 anos, mãe de três filhas, que voltou a trabalhar depois de 10 anos. Ela levou cinco anos até achar um emprego parecido com aquele que ela havia deixado uma década atrás.

Quem volta ao mercado de trabalho depois de anos leva um tempo pra recuperar a auto-estima e pra se adaptar às mudanças, como o surgimento de novas tecnologias. Como diz o texto, é esperado que essas mães recomecem trabalhando menos horas, com salários mais baixos. No entanto, elas não estão mais satisfeitas com isso. Elas querem poder usar suas habilidades.