6 respostas em “Até onde poupar os filhos?

  1. Olá!
    Concordo que é um tema complicado, pois não nos sentimos bem a falar sobre a morte, principalmente com as crianças. No entanto também acho que devemos tentar abordar o tema com naturalidade, tal como o nascimento, a morte faz parte da vida. Por enquanto não preciso de abordar esse assunto, pois o meu filho é muito pequeno. Quando chegar a altura, penso que tentarei falar com equilíbrio, mostrando-lhe que é algo natural, embora nos custe muito deixar de ter essas pessoas fisicamente perto de nós. Ficam as saudades e as recordações dos bons momentos. Isso nunca se perde! :)

  2. Ai e dificil msm ne, eu tbm me incluo no grupo que tem dificuldade de comentar, por sorte ainda nao perdi nenhum membro da familia (digo proximos) e nem sei como reagiria, e falar com criancas sobre isso e complicado demais, mas uma hora tem que chegar e o importante e nao esconder, pois essas coisas sao inevitaveis!!

    Bjs em vcs

    • O problema é que nós mesmos nunca fomos ensinado sobre a morte e sempre, constantemente, fomos poupados de falar sobre ela ou de quem já havia ido. Eu acho extremamente válido este post, pois devemos tratar desde o início com as crianças que a morte faz parte da vida….

  3. Faz dois anos morreu a tia do meu marido, e ela era muito ligada nas crianças, o Ad tinha 4 anos e o Bj 2 e meio. Lembro que no dia seguinte ao enterro da tia o marido dela estava lá em casa, e o Bj perguntou cadê a tia Ivete, ele percebeu que o tio estava sem a tia, e eu respondi, a tia Ivete foi embora, foi morar lá com o papai do céu, junto com os anjos e agora ela olha por nós lá de cima, ele peguntou se ela não iria descer lá do céu, eu respondi que não, que quem vai pra lá é pra fazer companhia pra Deus e não pode voltar, depois da explicação dada aos dois pq o Ad estava junto, eles ficaram satisfeitos . Volta é meia eles me perguntam se eu vou morrer, ou se vovô vai morrer e eu respondo que sim que quando Deus quiser que a gente vá morar com ele a gente tem de ir, e eles , dizem ahhh, e agem como naturalidade. Bjks boa semana. Cynthia

  4. Pingback: Passeios no cemitério | Mãe a mil

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