Estamos de volta. As férias foram ótimas! Todos nós aproveitamos bastante.
Só passei pra deixar um beijo e pra postar essa foto. Logo escrevo mais sobre as nossas férias em Tenerife. Espero que estejam todos bem. :-)

Hoje nós vamos para Tenerife, Ilhas Canárias. Espero que as praias sejam tão bonitas e ensolaradas quanto essa da foto.
Será a última viagem de avião antes de o bebê nascer. Vamos passar uma semana em território espanhol. Mais adiante eu conto pra vocês como foi.
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Adoro ver crianças cozinhando. Acho importante que elas entendam e participem do processo de preparação da comida, que conheçam os ingredientes e coloquem a mão na massa.
Só que se dependesse de mim acho que a Sofia teria uma experiência bem limitada na cozinha. O grande responsável por despertar a curiosidade e incentivar que ela ajude na elaboração dos pratos aqui em casa é o pai dela.
Ela se diverte ajudando o Rodrigo a cozinhar. E eu adoro o que eles fazem e não me importo nenhum pouco de lavar a louça e o que mais for preciso depois. Semana passada eles fizeram pastelões de carne. Ficou uma delícia!
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Quais são os melhores brinquedos para os primeiros anos de vida da criança? Que pai ou mãe nunca ouviu ou então nunca se fez essa pergunta? Faz um tempo que venho pensando nisso e resolvi reunir aqui os cinco eleitos na nossa casa.
Os brinquedos abaixo são os mais usados, aqueles que estão sempre em volta. Fazendo a lista me dei conta de que todos eles têm duas características em comum: são versáteis e baratos.
Todos foram escolhidos e testados de maneira independente, sem fins comerciais. Coloquei eles em ordem de preços que achei na internet:
Carrinho de boneca
A Sofia começou a brincar com carrinho de boneca quando mal sabia caminhar. O dela é usado pra transportar brinquedos e tudo mais que couber nele, inclusive ela própria. Ele é dobrável, fácil de guardar e de levar pra rua. Preço: 5 libras (R$ 15,90).

Livro com texturas Baby Touch Quack! Quack!
Quack! Quack! foi um dos primeiros livros que a minha filha ganhou e mesmo agora, já tendo passado um pouco da fase, muitas vezes abre ele para sentir as texturas e apontar para os animais. Preço: 5,79 libras (R$ 18,42).
Copos de empilhar
Nós compramos os copos de empilhar antes de a Sofia conseguir brincar com eles. Foi porque eles foram eleitos como o melhor tipo de brinquedo educativo num programa de televisão aqui na Inglaterra. É possível brincar com os copos de várias maneiras, em vários níveis, sem falar que dá para colocar água ou areia neles. Preço: 6 libras (R$ 19,08).

Tatame infantil
Existem vários tipos de tatames, com números, letras e figuras variadas. Os nossos já foram montados e desmontados diversas vezes, em diferentes cantos da casa. Brincamos com eles ou sobre eles. As peças são de espuma, fáceis de limpar. Preço: 9,98 libras (R$ 31,75).

Barraca de criança
Eu adorava a barraquinha que eu e a minha irmã tínhamos no nosso quarto quando crianças e com a Sofia não é diferente. Essa da foto é bem simples, leve e dobrável. Para que fique mais firme, montamos parte do tatame dentro dela. Preço: 10,49 libras (R$ 33,37).
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Sol se põe depois das 21h no verão em Londres
Eu não canso de dizer o quanto adoro ter dias longos tanto na primavera quanto no verão em Londres, bem diferente daquela escuridão do outono e do inverno. Tem amanhecido logo depois das 5h e anoitecido pouco antes das 21h nesta época do ano.
No auge do verão londrino, o sol nasce precisamente às 04h43 e se põe às 21h21, de acordo com estimativas. É ótimo sair do trabalho no final da tarde e ainda ter horas de sol pela frente.
Eu só acho estranho colocar a Sofia na cama e desejar boa noite em plena luz do dia. Quando ela era bebezinha, ela costumava ir dormir lá pelas 19h e agora ela geralmente vai entre 20h e 20h30, às vezes um pouco mais tarde.
Quando o tempo está nublado até que não fica tão evidente o fato de que ainda é dia, mas quando tem sol às vezes ela me avisa que ainda não está escuro. Nos dois verões anteriores, não tivemos grandes problemas com isso. Apesar de tentar manter o quarto o mais escuro possível, nós não precisamos mudar a rotina em função da claridade.
Este ano, ela custou a pegar no sono algumas vezes e acordou mais cedo do que de costume alguns dias. Nós achamos que deve ser por causa da luz e por isso queremos reforçar ou então mesmo trocar as cortinas do quarto dela.
Vi que tem várias opções de cortinas blackout na internet. Vocês têm alguma sugestão?

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Tá certo que aqui no blog eu praticamente só escrevo sobre maternidade, um dos meu assuntos preferidos, mas eu não sou sempre assim.
Antes de me tornar mãe, eu achava um saco aquelas pessoas que só falam nos filhos. Pior ainda quando eu era minoria num grupo de mães, aí sim parecia que eu nunca conseguiria desviar o assunto.
Quando converso com alguém que não tenha crianças em casa, eu tento evitar uma overdose de informações sobre gravidez, bebês e crianças. Nem sempre dá, afinal de contas isso tudo é motivo de muitas das minhas alegrias, preocupações e faz parte dos meus planos. Mas acho saudável mudar o foco. Não só pelos outros, mas por mim também.
Mesmo assim, acho inevitável o fato de a maternidade causar impacto em praticamente todas as esferas da vida, inclusive no que diz respeito a amizades. Eu já ouvi queixas sobre o excesso de assuntos relacionados a bebês e crianças tanto de quem tem como de quem não tem filhos.
Uma conhecida minha que tem uma menina ouviu de uma amiga que não tem filhos que a amizade delas não é mais a mesma. A reclamação é que nos últimos tempos tudo passou a girar em torno da criança e que elas não conseguem mais fazer as mesmas coisas.
Já uma amiga minha que não pretende ter filhos me contou esses dias que saiu decepcionada da casa de uma ex-colega de trabalho que tem dois filhos. É que durante toda a conversa a ex-colega não tirou os olhos dos filhos, que estavam brincando com o pai. O que parece ter deixado minha amiga mais chateada foi que os problemas dela foram subestimados, que a mãe das crianças parecia sempre sugerir que difícil mesmo é cuidar de duas crianças.
Acho que consigo entender os dois lados. É triste mesmo não poder mais contar com um amigo, perder a cumplicidade ou simplesmente não conseguir mais achar graça das mesmas coisas. Por outro lado, não tem como ignorar o fato de que a maternidade muda a gente, mesmo que a nossa essência continue a mesma. O que vocês acham?
Depois de escrever esse post eu achei um texto com conselhos para pais que usam redes sociais. Ele foi escrito por Andrea Bartz e Ehrlich Brenna, autoras do blog e livro Stuff hipsters hate, e saiu essa semana no site da CNN. São dicas em tom sarcástico, mas que retraram um pouco do que se passa no Facebook e Twitter. Fiz um resumo com tradução livre:
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